Intelligence Disruption Index
Medindo a rapidez com que a IA está substituindo o trabalho humano
O Intelligence Disruption Index rastreia se a IA está de fato substituindo trabalhadores humanos — não apenas ficando mais inteligente, mas tomando empregos, comprimindo salários e automatizando trabalho real. Agrega 19 sinais em 4 categorias em uma pontuação única de 0 a 100, atualizada mensalmente.
4 CATEGORIAS, 19 SINAIS
O mercado de trabalho mostra sinais de retração em áreas de alto risco de automação. Indicadores de demanda por vagas e taxa de desemprego compõem o sinal mais direto de substituição.
A capacidade dos modelos de linguagem cresce exponencialmente enquanto o custo de inferência despenca. Cada queda de preço acelera a substituição de tarefas cognitivas rotineiras.
Ferramentas de trabalho estão incorporando IA nativamente — desde editores de texto até plataformas de CRM. A penetração mede o quão profundamente a IA está embutida nos fluxos de trabalho reais das empresas.
Robôs industriais e veículos autônomos avançam, mas ainda de forma lenta. A automação física permanece a categoria de menor disrupção, concentrada em armazéns e manufatura.
ESCALA DO ÍNDICE
METODOLOGIA
O IDI agrega 19 sinais em 4 categorias. Cada sinal foi escolhido pela proximidade com a substituição real de trabalho por IA. Alguns sinais são antecipadores (como vagas com "IA" no título), outros são retardatários (como desemprego). Sinais de contra-tendência — como crescimento salarial e formação de empresas — são incluídos para qualificar a narrativa de substituição.
As categorias são igualmente ponderadas (25% cada). Os sinais dentro de cada categoria são normalizados para 0–100. Uma média móvel exponencial de 6 meses é aplicada para suavizar ruído sazonal.
Fontes: BLS, CES, FRED, Indeed, Monster, Upwork, LinkedIn, Harmonic, Epoch AI, MITRE, frontier agent benchmarks, Anthropic, Amazon press releases, CB Insights, Counterpoint/Qualcomm, preços publicados de LLM.